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Como gero o MDF-e a partir de um CIOT?

Atualizado em 23 de setembro de 2026

Em Financeiro → CIOT / ANTT, o botão "→ MDF-e" aparece no card de CIOT já declarado na ANTT (com número), para quem pode editar. O rascunho abre já preenchido, e o topo do formulário lista o que o CIOT não traz: em geral, só o seguro da carga.

Do trecho declarado vêm a UF de início e a de fim, o município de carregamento e os CEPs de carregamento e de descarregamento.

Veículo: a placa vem do CIOT e o resto sai do cadastro do veículo (RENAVAM, tara, capacidade, UF, rodado e carroceria). O RNTRC é o da transportadora. O número do CIOT entra no campo próprio, junto com o CNPJ de quem o gerou. Contratado que não é a própria empresa vira o proprietário do veículo: confira IE e UF dele.

Condutor: o motorista guardado no CIOT, com nome e CPF.

Documentos: o CIOT começado de CT-e ou NF-e guarda as chaves, e elas vêm para o MDF-e com o município de descarga de cada destinatário. Valor e peso da carga são a soma desses documentos. CIOT feito em branco não tem chaves: inclua os CT-e ou NF-e antes de emitir (o sistema avisa).

Pagamento: quem contratou o frete no CIOT é o contratante, e é ele quem paga. Valor do contrato e chave PIX vêm do pagamento declarado na ANTT.

Complete o seguro, clique em "Salvar alterações" e emita pelo card, como qualquer MDF-e.

O CIOT emitido virando MDF-e já preenchido, até o autorizado em homologação