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Importar NF-e e CT-e de entrada por XML

Atualizado em 04 de setembro de 2026

Para o arquivo que o fornecedor mandou por e-mail, ou que a Distribuição DFe ainda não trouxe. O botão "⬆ Importar XML" está nas telas de NF-e de entrada e de CT-e de entrada.

Dá para enviar vários arquivos de uma vez. Cada um entra inteiro num passe.

O que entra junto com o documento

O fornecedor, tirado do próprio XML e cadastrado se ainda não existir. Cadastro que já existe não é sobrescrito: endereço que você corrigiu à mão vale mais que o da nota, e só o que está em branco é completado. Se o nome no XML divergir do cadastro, o sistema avisa em vez de trocar em silêncio.

Os produtos, conciliados sozinhos pelo mesmo caminho da tela: acha pelo de-para do fornecedor, pelo código de barras ou pelo código, e cadastra o que não existir — já com o custo da nota.

As contas a pagar, uma por duplicata. Nota sem duplicata entra como parcela única na data de entrada. O CT-e é sempre parcela única: o layout dele não tem duplicata.

Duas travas que protegem sua base

O sistema recusa o XML da sua própria emissão. Aqui a sua empresa tem de ser o destinatário, não quem emitiu. Fosse aceito, você viraria fornecedor de si mesmo e ganharia uma conta a pagar contra a própria empresa — erro caro e silencioso.

No CT-e não existe destinatário único, então basta a sua empresa aparecer em qualquer papel do frete: tomador, remetente, destinatário, expedidor ou recebedor.

Importar o mesmo arquivo duas vezes não duplica. O sistema acha a chave e completa o registro que já existe.