Lançar uma nota de entrada à mão (sem XML)
Nem todo documento de entrada existe como arquivo. A nota em papel, a do produtor rural, o frete do agenciador que ninguém transmitiu — para esses, o botão "✎ Lançar à mão", nas telas de NF-e de entrada e CT-e de entrada.
O fornecedor
Escolha do cadastro, ou marque "cadastrar novo" e digite CNPJ/CPF e nome: ele é criado na hora, já com o papel de fornecedor.
Os itens (NF-e)
Descrição, quantidade e preço já bastam para a maioria dos lançamentos.
Quem precisa do crédito de imposto abre "+ tributação" na linha do item e preenche ICMS, ST, IPI, PIS/COFINS e IBS/CBS. O bloco começa fechado de propósito: abrir vinte campos em toda linha transformaria um lançamento de dois minutos numa tarde.
Não há escolha de produto no formulário. Depois de gravar, o item passa pela mesma conciliação do XML — de-para do fornecedor, código de barras, código — e o cadastro é criado quando não existe.
Os totais da nota
Se a nota tem IPI, ST, frete, seguro ou outras despesas, preencha o bloco "Totais da nota". Eles entram no total da nota, e é o que faz a conta a pagar bater com o boleto.
O CT-e à mão
O mínimo é a transportadora e o valor da prestação. O resto vem em blocos fechados, para quem precisa: tipo e tomador, rota, carga, componentes da prestação, documentos carregados e a tributação — inclusive o ICMS do frete, que é crédito.
Se os componentes não fecharem com o valor da prestação, o sistema avisa e deixa gravar: papel arredonda, e recusar por um centavo faria você desistir do detalhe que o contador queria.
Depois de gravado
O documento é igual aos que vieram por XML: mesma lista, mesma manifestação, mesma conciliação de produtos, mesmo financeiro.